sexta-feira, 31 de maio de 2013

Negociação

No Livro a Herança, Isabel tem dificuldade de negociar o valor dos serviços que presta para ONGs e Empresas.

Profissionais liberais, micro e pequenos empreendedores precisam estar atentos às exigências do mercado e à sua capacidade de atender estas exigências com excelência agregando algum diferencial.
Em um mesmo nicho de mercado há os que cobram muito abaixo do preço médio e os que cobram muito acima da média.
Observe quem cobra acima do valor médio de mercado. O que ele oferece de diferencial que justifique um preço maior e que os consumidores se predispõem a pagar ?

Faça uma análise dos serviços e produtos que tem para oferecer.

1.      Supera a qualidade exigida pelo mercado?
2.      Quando você presta um serviço ou efetua a venda de um produto, o cliente fica satisfeito?
3.      O atendimento pós-venda surpreende o cliente positivamente?
4.      Você é muito procurado por colegas do mesmo ramo para ajudar em soluções?
5.      Você tem uma forma diferenciada para lidar com clientes difíceis?
6.      De alguma forma você propicia um ganho de “tempo” para seu cliente?
7.      Você cumpre os prazos, horários e entregas do que foi combinado e as pessoas sabem que podem contar com você?

Estas são apenas algumas questões para você começar a pensar no VALOR do que você tem a oferecer.

Se você respondeu sim para estas perguntas tem bons motivos para avaliar bem o que você oferece profissionalmente.

Se você não acredita que é capaz de entregar o que seu cliente deseja, da melhor forma possível com um diferencial de valor, por que acha que o cliente vai acreditar?

Avalie bem o valor do que tem a oferecer, pense como poderá, surpreender, encantar e fidelizar este cliente de forma que ele não se preocupe em pagar um pouco mais porque sabe que terá o melhor.

Acredite! Você é capaz!

Elaine Toledo


No livro A Herança, aparece também um outro tipo de negociação:
A Negociação das dívidas.
Os personagens Viviane e Fernando se veem indignados diante das negociações propostas pelo Banco. Como agir num processo de negociação de dívidas?

A situação de endividamento é desconfortável por isso quanto antes partir para uma negociação melhor.

Seja racional e analise os fatos:
·        O Banco lhe ofereceu linhas de crédito e facilitou o acesso porém nunca escondeu o valor dos juros a serem cobrados e nunca a obrigou a usar.
·        Você por necessidade ou por um impulso de consumo acabou utilizando as linhas de crédito que o Banco lhe ofereceu ,se enrolou e agora não consegue mais pagar além de ver todos os meses o seu salário engolido pelo Banco. 
·        Quando o seu limite estourou o Banco aumentou seu limite dando mais condições para o endividamento crescer.
·        Você usou crédito mais do que devia e agora está inadimplente e o Banco começa as cobranças de forma enfática.
·        Mesmo não o obrigando a utilizar o Banco concedeu um valor de crédito muito além do que poderia pagar. Isso é responsabilidade dele.
·        Conclusão: Ambas as partes tem sua responsabilidade para a situação chegar onde chegou. Agora terão que negociar de forma que seja ganha x ganha ou seja, bom para ambas as partes.

O que é importante:

1.Admitir que deve e deixar clara sua intenção em pagar.

2.Tenha paciência pois o que foi acumulado por meses ou anos não se resolve em dias. Enxugue o seu orçamento  focando a quitação das dívidas e tenho certeza que conseguirá. Será uma fase de restrições, mas valerá a penas pela paz de espírito que lhe trará.

3.Não fuja dos credores pois quanto mais tempo levar para negociar maior a dívida vai ficar.

4.Mesmo descontente com os juros cobrados não tente aliviar sua responsabilidade no processo de endividamento jogando toda sua ira para o credor. Assuma que fez uma escolha desfavorável pra você e inicie uma negociação para sair o quanto antes desta situação.

5.Seja perseverante e não desista diante dos obstáculos. Se precisar peça ajuda, mas não desista.

6.Você não deve aceitar qualquer insulto ou humilhação no processo de negociação. Se isto ocorrer denuncie para o Procon. Lembre que o Banco lucra com juros pagos e você tem sido um ótimo cliente uma vez que paga juros altíssimos todos os meses.

7.Ao se apresentar para uma negociação levante sua auto estima. Você deve e quer pagar, mas precisa que a negociação seja dentro de um valor pagável. Não aceite a primeira proposta apresentada e negocie para alíquotas menores para reduzir a dívida.

8.Se o seu endividamento é muito alto e pra você é praticamente impagável procure o Procon e cadastre-se no programa PAS – Programa de Apoio ao Superendividado.
Veja mais informações no site http://www.procon.sp.gov.br/categoria.asp?id=573 

9.Pratique o auto perdão. A culpa nos deixa estagnados no passado que não pode ser mudado. Se errou, admita e evite cometer o mesmo erro novamente. Ficar o tempo todo se martirizando com frases depreciativas e reforçando crenças limitadoras não irá tirá-la do problema, pelo contrário talvez a mantenham por mais tempo agravando a situação. Saia deste limbo e busque a luz. Busque quem possa lhe ajudar ao invés de ficar indignada com o credor e consigo mesma. Você é capaz de vencer tudo isto dando um passo por vez.

Acredite e seja feliz!



Empresário

Empresário! 

No livro A Herança, o personagem Fernando, um Engenheiro Mecânico muito inteligente e talentoso resolveu ter seu próprio negócio mas faliu e mesmo após o encerramento da empresa e tendo voltado para o mercado como CLT, carregava o pesadelo de ter que saldar todas as dívidas. O que será que Fernando fez errado? 


  1. Não fez um Plano de Negócios.
  2. Não se preparou para administrar o negócio apenas se preocupou com a excelência técnica dos serviços ou produtos.
  3. Não separou a pessoa jurídica da pessoa física.

Estes erros que Fernando cometeu são os erros básicos que um novo empreendedor despreparado comete.
                                             
Ser um Empresário, não ter patrão e dar lucro para si mesmo é o sonho de muitos.

Você não vê a hora de poder brindar esta conquista de liberdade e prosperidade?
O primeiro passo é se preparar para isso.

Um Plano de Negócios e uma boa administração financeira são fundamentais.

Segundo estudos feitos pelo SEBRAE com empresas que iniciaram as atividades em 2006, cerca de 30% não chegaram até 2008, ou seja, não sobreviveram 2 anos. A Empresa de Fernando entrou na estatística.

Importante  salientar que conhecimento técnico não é suficiente para ter sucesso nos negócios. Você pode ser muito bom no que faz e com certeza isso vai lhe gerar renda, mas é preciso ser um bom administrador e ágil na tomada de decisões.
E como uma coisa leva à outra, para ser ágil nas decisões com assertividade, é preciso ficar antenado ao que acontece no mercado, com a Economia e que possa impactar seu negócio.

Com relação a não separar a pessoa jurídica da pessoa física ou seja, comprar coisas da empresa com cartão de crédito pessoal, pagar contas da casa pela conta da empresa ou vice versa, contribuem e muito para o insucesso.
É preciso ter contas distintas, estipular uma retirada fixa mensal com a qual irá administrar a vida financeira pessoal.  Não se iludir com os dígitos do faturamento. Do dinheiro que entra na empresa, terá que pagar impostos, fornecedores, funcionários, aluguel, e a você também. E o que sobrar deve compor um caixa de reserva para os momentos de baixa e emergências para não parar a empresa por falta de recursos.

O SEBRAE tem vários programas para orientar e preparar o micro e pequeno empresário. Muitos são gratuitos e não há desculpas para não buscar este apoio precioso.



Mas se tudo isso que escrevi chegou ate você um pouco tarde e a situação está complicada, agende um horário e encontraremos uma solução.




Permuta


Isabel , filha mais velha de Sophia, no livro A Herança, queria fazer um curso e não tinha recursos financeiros.  Propõe uma permuta para resolver a situação.

Você já pensou nesta possibilidade?
Pois ela é possível e não é novidade.

Antigamente, antes da existência do dinheiro da forma como o conhecemos hoje, o homem supria suas necessidades através das trocas. Era a prática do escambo. Foi nesta época que surgiu a primeira moeda, a moeda mercadoria. Algumas mercadorias por serem de necessidade de todos e de difícil extração, valiam mais do que outras mais abundantes e fáceis de obter. O sal era uma moeda preciosa na época, pois era usado na conservação de alimentos. Quem tinha sal, tinha algo precioso.

Hoje o dinheiro faz o papel das trocas. Recebemos dinheiro em troca de trabalho. Com o dinheiro que recebemos fazemos trocas por moradia, alimentos, energia elétrica, água, roupas, educação, saúde, etc.

Presenciei algumas permutas interessantes que resolveram a situação de forma satisfatória para ambas as partes e compartilho:

1.Os pais estavam com alguns meses da mensalidade escolar dos filhos em atraso. O pai tem uma pequena gráfica e ofereceu seus serviços para a escola como forma de pagamento das mensalidades atrasadas. A escola fez a cotação dos serviços e analisou a qualidade. Aceitou a permuta e acabou ficando cliente da gráfica.

2.Uma  estudante de publicidade ficou desempregada e não tinha recursos para pagar as mensalidades. Propôs na Universidade trabalhar como monitora em troca das mensalidades do semestre.  A proposta foi aceita e ela teve seis meses para buscar novo emprego.

3.Uma pessoa precisava dos serviços de um desenvolvedor de software. Não tinha dinheiro suficiente para pagar o que foi orçado, mas tinha um Tablet que o desenvolvedor precisava no momento. O desenvolvedor aceitou o objeto como parte de pagamento e a diferença foi paga em dinheiro somente no final do serviço dando tempo para a contratante juntar o dinheiro para poder pagar.

Outra possibilidade é trocar livros já lidos  por livros que ainda não leu ou objetos que não usa por  objetos que necessite. Há nas redes sociais vários grupos que promovem estas trocas. Há inclusive a  divulgação de feiras de trocas de livros infantis  e brinquedos com a participação das crianças.


Pesquise as possibilidades de trocas. Seja criativa!



Testamento

Você pode fazer um testamento?

No livro A Herança, Sophia sentindo a proximidade da morte, faz um testamento no avião em que voltava para o Brasil após visitar sua terra natal a Ilha da Madeira.

Testamento não é coisa só de ricos?
Não. Testamento pode ser feito por qualquer pessoa capaz, acima de 16 anos que manifeste sua última vontade, dispondo de seus bens e ou de outros interesses de caráter não patrimonial, para depois de sua morte.

No livro de autoria da Dra. Ivone Zeger - Herança Perguntas e Respostas, encontramos vários esclarecimentos em linguagem acessível para leigos.

A seguir coloco alguns pontos básicos tratados no livro e recomendo a leitura para quem tiver interesse em se aprofundar no assunto.

Testamento é instrumento jurídico por meio do qual uma pessoa distribui seus bens após a morte, o que é chamado de sucessão hereditária.

1)Formas de testamento:

Ordinários
·        Público – feito em cartório mediante duas testemunhas e tem seu conteúdo exposto.
·        Cerrado – feito em cartório mediante duas testemunhas e seu conteúdo é mantido em segredo.
·        Particular – não é feito em cartório mediante três testemunhas que se tiverem morrido ou não forem encontradas na ocasião da abertura do testamento o mesmo poderá ser anulado.

Especiais
Pessoas a bordo de navio ou avião que se encontram sob risco de morte iminente.
·        Marítimo – feito na presença do comandante e duas testemunhas.
·        Aeronáutico – feito na presença do comandante ou alguém por ele designado e duas testemunhas.
Nas situações acima o testamento ficará com o comandante que o entregará às autoridades administrativas do primeiro porto ou aeroporto nacional a que chegar.
Se o testador ( pessoa que fez o testamento ) não morrer durante a viagem ou até 90 dias após o desembarque o testamento perderá a validade.

Militar – destinado a militares e demais pessoas a serviço das forças armadas que se encontrem em situação de guerra dentro ou fora do país.

Diferente do que muitos pensam o testamento não dispensa o processo de inventário e partilha.

2)Quem é herdeiro?

De acordo com a lei, somente os herdeiros necessários que são:
·        Descendentes como filhos netos, bisnetos, etc.
·        Ascendentes como pais, avós, bisavós, etc.
·        O cônjuge dependendo do regime de casamento
Possuem a garantia de que receberão parte da herança.
Não havendo herdeiros necessários a herança será dividida entre os demais parentes como irmãos, tios, sobrinhos, etc. ou poderá ser deixada na totalidade para qualquer pessoa através de testamento. Isso porque os herdeiros acima citados não são herdeiros necessários.

3)Regime de bens

3.1) Se o autor da herança deixar descendentes:

·        Regime de Comunhão Universal de Bens – o cônjuge sobrevivente fica com metade de todo o patrimônio ( meação). O restante é dividido entre os descendentes.
·        Regime de Comunhão Parcial de Bens – o cônjuge sobrevivente fica com metade dos bens adquiridos durante o casamento ( meação) mesmo que não tenha contribuído financeiramente para sua aquisição – e parte dos bens adquiridos antes do casamentos, se houver. O restante é dividido entre os descendentes.
·        Regime de Separação total de bens – todo o patrimônio é dividido entre o cônjuge sobrevivente e os descendentes.
·        Regime de Separação Obrigatória de Bens – para cônjuges  que tiverem menos de 18 anos ou mais de 60 anos, a separação de bens é obrigatória. Neste caso o cônjuge sobrevivente não teria direito a nada ficando a herança com os descendentes. Mas há uma súmula -377 do STF abre a possibilidade do viúvo ou viúva ficar com a metade dos bens adquiridos durante o casamento. Dependerá do entendimento do Juiz.

3.2) Se o autor da herança não tiver descendentes:

·         Caso haja ascendentes ( pais, avós, bisavós)  o cônjuge sobrevivente dividirá os bens em partes iguais com os ascendentes seja qual for o regime de casamento.
·         Caso não haja ascendentes, o cônjuge sobrevivente ficará com tudo, seja qual for o regime de casamento.

Observação: As situações aqui descritas podem ser alteradas se o falecido deixar testamento.

Fonte: Livro- Herança Perguntas e Respostas – Ivone Zeger-Mescla Editora





Empréstimo

Crédito é Veneno ou Remédio?

Para você que respondeu no questionário que usa todas as linhas de crédito possíveis, pois não consegue mais viver só com o que recebe aqui vão algumas dicas:


  1.  Saber usar crédito é fundamental para uma vida financeira saudável.
  2. O cardápio variado e de fácil acesso nos induz ao uso equivocado do crédito. É preciso se organizar e ter o controle das finanças para não se perder com o uso de crédito.
  3. Usar o cheque especial é muito fácil, mas o custo é muito alto. No caso de necessidade é possível usar linhas de crédito com juros menores como o crédito consignado ou crédito pessoal.
  4.  O ideal é não usar o cheque especial que além de evitar o descontrole reduzirá drasticamente o valor do pacote de tarifas mensal.
  5. Se você possui um cheque especial que dá alguns dias para uso sem cobrar juros poderá se beneficiar se for disciplinado. Se não for disciplinado, não se engane achando que desta vez vai conseguir cobrir a conta antes do prazo expirar. Conhecer suas limitações é importante para não fazer escolhas equivocadas.
  6. Se você possui cartão de crédito, de bancos ou de lojas, terá que ter o controle dos gastos para não impactar o orçamento no mês seguinte.Pensando nisso criamos um aplicativo para celular para que você não se perca no uso dos cartões: https://play.google.com/store/apps/developer?id=Toledo+Cursos
  7. Para sair do ciclo: gastos com cheque especial e cartões e no mês seguinte ver seu dinheiro engolido pelo Banco para quitar seus débitos e consequentemente ter que usar crédito novamente é preciso organizar suas finanças.
  8.  Utilize o método EPA! 3 passos para sua organização financeira ( Livro: Saiba Mais para Gastar Menos- Elaine Toledo- 2006- Editora Alaúde – 2ª. Edição) e enxugue seu orçamento. http://www.youtube.com/watch?v=TJWEzWgngyQ. Seja determinado para reduzir seus custos para que sobre uma quantia para negociar suas dívidas.
  9.  Liste apenas as despesas essenciais como aluguel, condomínio, alimentação, água, luz, etc., sem as dívidas. Subtraia este valor da sua receita. O que sobrou é o que você tem disponível para negociar suas dívidas. Insista na redução de juros e negocie de forma a conseguir um valor pagável.
  10.  Um passo por vez com foco em deixar de usar o crédito mensalmente para compor o orçamento é a melhor forma de ajustar sua vida financeira à sua realidade evitando transtornos.
Um analgésico pode eliminar sua dor de cabeça, mas se tomar dez comprimidos poderá ter uma gastrite e as dores serão piores. Tomar o remédio certo na dose errada é transformar o remédio em veneno. Assim é com o crédito.

Boas escolhas



Compras Compulsivas

No livro A Herança, a personagem Lívia é uma compradora compulsiva e seu casamento fica na corda bamba pelas consequências financeiras.

Definição encontrada no  Manual Clínico dos Transtornos do Controle dos Impulsos – Cristiano Nabuco de Abreu – Hermano Tavares – Táki Athanássios Cordás - Artmed Editora.

Comprar Compulsivo ou Oniomania caracteriza-se por um excesso de preocupações e desejos relacionados com a aquisição de objetos e por um comportamento caracterizado pela incapacidade de controlar compras e gastos financeiros.

O diagnóstico deve ser feito por especialistas em transtornos do impulso e não é simples de ser feito pois o mesmo não se baseia  apenas na quantia de dinheiro gasto com compras mas como o dinheiro é gasto e a angústia causada por tal comportamento.

No livro Saiba Mais para Gastar Menos – Aprenda a desenvolver sua inteligência financeira, ilustramos o Ciclo do Gastador  que representa o mecanismo das compras por impulso.
Neste ciclo vemos que os gastos podem servir como uma forma de obter o alívio da tensão que estamos vivendo. Após recobrar a razão vem o remorso e em consequência um período de controle para tentarmos contornar a situação.
No caso de compulsão não há a etapa do período de controle. O Remorso já configura uma nova tensão e dispara novamente a necessidade de alívio.



Características comuns aos compradores compulsivos

  • Impulsividade elevada
  • Baixa autoestima.
  • Vulnerabilidade à emoções negativas
  • Suscetibilidade à influência cultural.

As compras representam alívio para emoções negativas porém este alívio é passageiro. Em consequência, as compras que tinham como função o prazer e o alívio passam a gerar culpa pela falta de controle e não aliviam as angústias, frustações e muito menos a baixa autoestima.

Dr. Drauzio Varela em seu site tem uma entrevista interessante sobre o assunto:

Os tratamentos para os Compradores Compulsivos envolvem medicamentos e psicoterapia visando o controle e a identificação dos momentos de compulsão para que se possa  elaborar juntamente com profissional especializado, estratégias para redução dos danos.
  • AMBULATÓRIO DE TRANSTORNOS DO IMPULSO – Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo Tel. (11) 2661-7805
  • HOSPITAL DAS CLÍNICAS – Instituto de Psiquiatria – Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 255, Jd. Paulista. Tel.  (11) 3069-6440
  • DEVEDORES ANÔNIMOS – Grupos de ajudawww.devedoresanonimos-sp.com.br – neste site há os contatos para Grupos no Ceará –Paraná-  Rio de Janeiro – Rio Gande do Sul
  • PROGRAMA DE ATENDIMENTO DE COMPRADORES PATOLÓGICOS – Universidade Federal de São Paulo Tel. (11) 5579-1543 – www.unifesp.br/dpsiq/proad
Deixo aqui um link para você ouvir “A Cura” de Lulu Santos


A Cura
Lulu Santos

Existirá
Em todo porto tremulará
A velha bandeira da vida
Acenderá
Todo farol iluminará
Uma ponta de esperança

E se virá
Será quando menos se esperar
Da onde ninguém imagina
Demolirá
Toda certeza vã
Não sobrará
Pedra sobre pedra

Enquanto isso
Não nos custa insistir
Na questão do desejo
Não deixar se extinguir
Desafiando de vez a noção
Na qual se crê
Que o inferno é aqui

Existirá
E toda raça então experimentará
Para todo mal
A cura

Seja Feliz!



quinta-feira, 30 de maio de 2013

Autoestima

No livro A Herança, a personagem Isabel recupera sua autoestima e consegue melhores resultados financeiros. O que autoestima tem a ver com finanças?

O que é autoestima?
Sentimento que temos de nós mesmos sobre como somos o que fazemos e como acreditamos que os outros pensam sobre nós.

Quando este sentimento é positivo, nossa autoestima é boa, quando é negativo ficamos com a autoestima baixa.

A autoestima inicia-se na infância, a partir da forma com que as pessoas nos tratam ( pais, irmãos, avós, tios, amigos, professores...)

Se uma professora disser a uma criança com 8 anos de idade, durante todo o ano, que ela é lerda demais,  poderá marcar esta criança de forma negativa.
Se os  pais disserem inúmeras vezes para um filho durante a infância e mesmo adolescência que ele  nunca dará certo na vida, que não serve pra nada, que não faz nada que preste, estarão com certeza, destruindo a autoestima desse filho.

É por meio da aceitação que adquirimos autoconfiança.

Não raro vemos adultos capazes, porém inseguros, alimentando crenças limitadoras que receberam na infância ou adolescência.
Não somos mais a criança ingênua e indefesa, não somos mais o adolescente em conflito. Somos adultos e podemos lidar com as situações de outra forma.
É preciso virar a página. Sair da alienação destas crenças e se abrir para as inúmeras possibilidades que temos de mudar nossas vidas.

Podemos transformar nossa vida e chegarmos onde quisermos se tivermos: autoconhecimento, autoconfiança, autorrespeito e amor próprio.

A nossa autoestima tem influência no nosso sucesso profissional e retorno financeiro. Pessoas com autoestima elevada são seguras, transmitem credibilidade, sentem-se os protagonistas de sua vida ao invés de vítimas, não dão ouvidos a fofocas e nem se melindram com críticas, ao contrário utilizam o feedback para melhorar a performance e superar a si mesmas.
São boas negociadoras sabendo valorizar seus pontos fortes, aceitam desafios e vão atrás de seus objetivos.

Livre-se das crenças limitadoras, conheça-se melhor,  ame a si próprio e ame o que tem.


Seja Feliz!



Reservas para aposentadoria

Para você que respondeu no questionário que ainda não parou para pensar na aposentadoria, vamos trocar umas ideias.

Somente após 1943 com a Consolidação das Leis do Trabalho é que iniciou oficialmente a questão da aposentadoria. Até então cada um tinha que sobreviver trabalhando enquanto aguentasse ou vivesse já que a expectativa de vida nesta época ficava em torno dos 50 anos.
Ter a casa própria e  uma outra casa para alugar como fonte de renda era a forma mais comum de garantir uma renda complementar para poder diminuir o ritmo de trabalho quando o corpo cansasse.
A indústria do conforto, o crédito e o consumismo não faziam parte da vida da maioria da população brasileira.

Hoje a aposentadoria é uma realidade e podemos viver 15, 20, 25, 30 anos aposentados com uma expectativa de vida próxima aos 80 anos.

Precisamos nos preparar para esta realidade e garantirmos que viveremos com qualidade de vida.

Algumas informações são importantes para este planejamento.

1.O teto máximo da aposentadoria pelo INSS em junho de 2013 é R$ 4.159,00 mensais, porém raramente alguém receberá este valor com a incidência do fator previdenciário no cálculo. O fator previdenciário leva em consideração a expectativa de vida. Quanto mais cedo a aposentadoria, maior o fator previdenciário e menor o valor a receber. Qual será o valor provável que você receberá quando se aposentar?

2.Qual será seu custo de vida nesta época?
·        Ainda possuirá custos com educação?
·        A casa em que mora estará quitada?
·        Possuirá despesas com assistência médica e odontológica?
·        Possuirá reservas financeiras ou uma fonte de renda complementar?

3.As duas informações anteriores, ou seja qual o valor provável que receberá do INSS e o seu custo de vida na época da aposentadoria lhe mostrarão o que você precisa fazer.

Exemplo: se você estima que ao se aposentar seu custo de vida será em torno de R$ 5.000,00. Receberá do INSS uma aposentadoria em torno de R$ 2500,00 e possui um plano de previdência privada que lhe dará um complemento de R$ 700,00 mensais. Faltará  R$ 1800,00 para complementar. De onde virá esta renda?

4.Quanto tempo há para criar uma estratégia para obter esta renda? Qual será a estratégia?

Estas são as informações e as reflexões que gostaria de propor já que cada caso é um caso. O planejamento da aposentadoria depende muito do estilo de vida que pretende ter quando se aposentar e do que já possui como ponto de partida.

Há muitas possibilidades:
  • Um investimento de longo prazo
  • Um imóvel para locação
  • Uma segunda profissão
  • Um negócio próprio
  • Um padrão de vida mais simples

Entre outras.

Seja qual for a estratégia o importante mesmo é ter o foco em criar meios de obter uma renda complementar para a aposentadoria.

A Toledo Cursos ministra cursos de preparação financeira para a aposentadoria em programas de Pós Carreira Corporativos.

Leia também o artigo

Poupar

Sucesso!



Reservas Emergenciais

 Para você que respondeu no questionário que não tem reservas para emergências vamos falar um pouquinho sobre o assunto.

Se você ficasse sem receita nenhuma hoje, quanto tempo sobreviveria com sua reserva financeira?

Hoje talvez esta situação esteja muito distante de sua realidade. Carreira estabilizada, emprego estável ou um negócio indo muito bem obrigada.
Quando tudo vai bem não nos preocupamos com o futuro pois achamos que sempre será assim. Mas a realidade pode ser diferente.

Longe de querer implantar pensamentos negativos em um momento positivo de sua vida, mas preciso repassar algo que  minha vó que ainda vive e está com 98 anos me ensinou: não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe. Isso se traduz em “tudo na vida passa” sejam bons ou maus momentos.
Temos que ser realistas se não quisermos nos desesperar se algo não der certo.

Digamos que reservas emergenciais se constituem em um plano “b” de nossa vida financeira. Se algo não sair como previsto o plano ”b” nos dará um fôlego até encontrarmos uma solução.

De quanto deve ser esta reserva?
Pelo menos seis vezes o valor dos seus gastos essenciais mensais para que você possa durante seis meses focar a solução do problema ao invés de focar como pagará suas contas se não tem dinheiro.
O que são gastos essenciais? Despesas de sobrevivência como alimentação, moradia, saúde, educação e transporte.

Um desemprego, um negócio que sofre retração do mercado, um imóvel fonte de renda que fica desalugado, uma doença que nos leva ao afastamento de nossas atividades reduzindo ou levando a receita para zero, entre outras situações, podem requerer  um plano”b”.
E se este plano “b” não existe, nossa vida vira o caos.

Faça as contas e determine o valor de sua reserva. Um pouquinho por mês até completar esta reserva lhe dará segurança e tranquilidade.

Seja previdente!



Vida Financeira

Para você que respondeu no questionário que sua vida financeira está desorganizada e não sabe ao certo quanto recebe nem quanto gasta e tem dívidas que não consegue pagar, vamos ver o que você pode fazer para mudar esta situação.

O  livro Saiba Mais para Gastar Menos – Aprenda a desenvolver sua inteligência financeira é excelente para que você aprenda a organizar as suas finanças.
Nele ensinamos o método EPA! 3 passos para organização financeira

EPA é uma sigla
E = Enxergar       P = Pensar          A = Agir

Para o 1º. passo, enxergar, é preciso fazer uma anotação minuciosa de tudo que você gasta. Anote no bloco de notas do celular, ou num bloquinho ou numa agenda, mas anote.
Uma vez por semana passe estes dados para uma planilha .  No link abaixo temos a planilha orçamento eficaz que você pode baixar gratuitamente.


Semanalmente ao passar os dados para a planilha será possível analisar se seus gastos estão dentro do esperado e agir para que não ultrapasse a previsão.

Ao final de um mês será possível saber quanto e onde você gastou.

Agora vem o 2º. passo, pensar.  Pensaremos de que forma este orçamento pode ser enxugado para se ajustar à sua renda.
Cada tipo de despesa deverá ser classificado da seguinte forma colocando letras como siglas na coluna “CDE” da planilha
C = continua igual no mês seguinte / D = diminuir  / E = eliminar

Após decidir o que quer fazer com seu dinheiro, é hora de dar o 3º. Passo, Agir. Faça o que precisa ser feito para tornar realidade o que decidiu.
Pode ser que leve algum tempo para colocar tudo nos trilhos mas o importante é que será possível.
Tenha determinação e disciplina. Fique de olho no seu consumo, anote todos os gastos, monitore semanalmente e verá os resultados melhorarem.
Importante lembrar que os números são resultados de suas escolhas. Se mudar suas escolhas, os números mudarão.

Sucesso!


Uso do dinheiro

Uso do dinheiro

Para você que respondeu no questionário que ainda é obrigado a usar crédito para sobreviver pois o banco engole todo o seu dinheiro para cobrir dívidas .

O que é fazer bom uso do dinheiro? Tem alguma fórmula?

Lembrando que dinheiro é elemento de troca, fazer bom uso do dinheiro é fazer trocas que satisfaçam suas necessidades e desejos e te levem a conquistar uma qualidade de vida.

Com certeza o endividamento não é este caminho. Conquistar o que deseja fazendo dívidas e mais dívidas e não conseguir quitá-las é um transtorno desnecessário.
Com organização financeira, consciência dos seus limites financeiros para não dar o passo maior do que a perna e foco no que realmente deseja para sua vida, conseguirá usar o dinheiro a seu favor.

Se você conseguir, por exemplo,  pagar suas despesas essenciais com 70% do que recebe e reservar os outros 30% para distribuir entre reserva de emergência, reserva para aposentadoria e para um objetivo que deseja alcançar, podemos dizer que você está com a vida financeira organizada e provavelmente não passará sobressaltos mesmo nos momentos de uma crise.

Aqui vão alguns artigos que podem ajuda-lo a fazer bom uso do seu dinheiro:

Controle Financeiro:

Planejamento:

Empréstimos:

Poupar:

Recomendo também os livros:



E o aplicativo No.Controle para controlar seus gastos com cartão de crédito ( Celular Android)

Ferramentas não faltam, mas sem uso elas nada significam.
Utilize-as e faça bom uso do seu dinheiro.